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Algumas paranóias, mas nada de grave. O que incomoda é esta fragilidade.
Caio F. Abreu (via funerais)

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De vez em quando me pego planejando futuros tão absurdos..
— Caio Augusto Leite (via youremyfirework)

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Tão diferente gostar de quem gosta da gente…
Projota (via desejo-lhe)

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- Você é meio doida. – ele disse olhando o apartamento, meio confuso.
- I know baby. – eu disse sorrindo e o beijando. – Pega uma toalha pra mim? Deve ta ali na cama.
Continuou me olhando pensativo.
- Desculpa, era pra ficar magoada? – ele me entregou a toalha ainda esquisito, comecei a secar minhas pernas – Baby?
- Sofia, por que você me chama de baby?
- Porque não gosto de chamar de amor e essas bobagens. E porque to lendo literatura norte-americana demais – disse sorrindo - Por quê? Você não gosta?
- Por que você não me chama pelo nome?
- Porque não gosto do teu nome, oras – fui até a cozinha pegar água, abri a geladeira – Você não vai se secar?
- Sofia, qual é meu nome?
Mordi os lábios, fechei os olhos, disse baixinho pra geladeira aberta: merda.
- Esqueceu do próprio nome, baby?
- Sofia?
- Claro que é Rob..naldo, Ronaldo.
- Ronaldo, Sofia? Sério?
Comecei a rir.
- Sorry.
- Podia ter inventado outro nome mais feio não?
- Eu disse que não gostava do teu nome – Disse rindo e trazendo um copo com água pra você. – Tá, minha memória é terrível. Qual teu nome?
- Rafael.
- Bem melhor. Prazer, Rafael. – disse beijando o pescoço dele.
- Que tipo de mulher é você? – Ele disse sorrindo.
- Oh, come on. Uma sem memória, do jeito que vocês gostam. – Sentei na cama, comecei a secar meu cabelo com a toalha.
- Você nem é tão boa assim ta?
- Irritou baby? Eu nunca disse que era boa… As pessoas dizem, eu só acredito.
- As pessoas mentem.
- Você não tava mentindo ontem à noite.
- Quem te garante?
O olhei de cima abaixo.
- Eu, eu garanto.
- Você me falou ontem que tem um blog.
- Falei? Merda, tenho que parar de beber.
- Você escreve sobre os caras lá?
- Yeah.
- Vai escrever sobre mim?
- Maybe.
- Me passa o link?
- Não.
- Por quê?
- Por que não quero.
- Deve ser algo bem infantil, cheio de frases do Caio F. e do Gabito Nunes.
- É, deve. – eu disse sorrindo.
- Você passou pros outros caras?
- Pra alguns.
- E por que pra mim não?
- Por que gosto de você.
- Como eu sei se você não ta mentindo pra tentar mudar de assunto?
- Você não sabe.
- Oh, come on, eu me garanto. Escreve sobre ontem à noite.
- Você não é tão bom assim ok?
- Pra tá na merda do teu blog?
- Não é isso, to falando desse teu peito estufado aí. Desse teu ego passando frio no Everest.
- Olha quem fala!
Comecei a rir.
- Essa conversa não acaba?
- Você parecia muito satisfeita ontem a noite.
- Já disse, você nem é tão bom assim. E eu nem queria você, queria teu irmão.
- Não tenho irmãos.
- Merda – disse baixinho – Irmão não, queria o amigo que tava contigo.
- O gordinho gay ou o casado?
- Fuck, olha o tipo de gente que você anda.
- Verdade, tenho que ter cuidado se for andar com gente como você. Você é doida, Sofia. Pensei que tava entrando num hospício, com todas essas paredes riscadas. Você já ouviu falar em caderno? - disse sorrindo.
- Já disse que loucura não me ofende.
- Sabe que ontem a noite dizia muito que não prestava?
- Tá vendo? Sou muito sincera.
- Tô começando a acreditar ein.
- Na minha sinceridade?
- Não, nisso de não prestar. Porra, você esqueceu meu nome.
- Oh baby, tod…
- Sem baby.
Comecei a rir
- Ô Rafael, todo mundo esquece nomes.
- Eu lembrei do teu.
- Ok, ok, desculpa. Eu quero rosas vermelhas ok? – eu disse me levantando e indo na direção dele.
- Hã?
- Pro casamento, quero rosas vermelhas. Não é assim que tem que ser, bem mulherzinha?
Você começou a rir.
- O padre não vai deixar, Sofia. Rosas vermelhas são muito intensas, sei lá.
- A gente suborna ele.
- Ok. Você é incrível, sabia?
- Claro!
- Palhaça.
Comecei a beijar-lo, sorrindo. Ele me deitou na cama, ainda me beijando.
- Você devia ficar mais - eu disse entre um beijo e um sorriso.
- Eu sei, eu vou. Assim que te comprar um caderno.
Levantou, colocou uma camiseta e saiu.
Porra, ele é incrível.
Sofia (via caminhaodegas)

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Não é raro, tropeço e caio. Às vezes, tombo feio de ralar o coração todinho. Claro que dói, mas tem uma coisa: a minha fé continua em pé.
Caio F. Abreu    (via poesia-e-fe)

(via chocolatecomleite)

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(via beyondwhatyousee)

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